Olheiros | porque o mundo do futebol se renova

Especiais

Apresentação do Europeu Sub-19

Assine nosso RSS

Equipe Olheiros.net - 18/07/2010

Passada uma semana da final da Copa do Mundo, Espanha e Holanda entram em campo novamente. Não, não estamos falando de uma revanche e nem da volta de Jabulani, Larissa Riquelme ou Paul, o polvo profeta. Agora é a vez dos garotos, na 26ª edição do Europeu Sub-19, que começa neste domingo, na França. O campeonato, que já tem grande importância por ser o último verdadeiramente das bases – já que, no Sub-21, a maioria dos destaques já foi para os profissionais e não é liberada pelos clubes –, este ano vale seis vagas para o Mundial Sub-20 do ano que vem, na Colômbia. Por isso, a disputa promete ser acirrada.

>>> Relembre a conquista ucraniana no Sub-19 e 2009
>>> Corinthians, campeão com time de garotos na década de 50

O elenco de camisas pesadas está quase completo: Itália, Inglaterra, Espanha, França, Holanda e Portugal são na teoria os favoritos à classificação para a Copa do Mundo da categoria, enquanto Áustria e Croácia, as surpresas da temporada, correm por fora. Sentiu a falta de alguém? Pois é. A Alemanha, tida como exemplo da renovação e do bom aproveitamento das bases, ficou de fora: os campeões de 2008 perderam para Holanda e Eslováquia na segunda fase de classificação, e falharam em garantir sua vaga na fase final pelo segundo ano consecutivo.

Curiosamente, os atuais campeões também ficaram de fora: a Ucrânia, que em 2009 fez ótimo proveito do fator campo (já que o anfitrião se classifica automaticamente), perdeu para a Irlanda e empatou com a Inglaterra, ficando impedida de defender o título.

A expectativa é das melhores: Inglaterra e Espanha trazem a base que fez a final do Europeu Sub-17 do ano passado, ao passo que a Itália e França, que carecem desesperadamente de renovação após os fiascos da Copa, têm em Mattia Destro e Yannis Tafer a esperança de muitos gols. Portugal, outro time a emplacar a geração na fase final do Sub-17 de 2009 e agora no Sub-19, espera voltar a um Mundial Sub-20 após a ausência no ano passado, assim como a Holanda, ausente desde 2005, quando foi sede, e que contará com o prodígio Luc Castaignos, de apenas 17 anos.

Até os azarões têm chance: a Áustria tem vários atletas em clubes de ponta da Europa, como o já internacional David Alaba, do Bayern de Munique, e a Croácia, que debuta na fase final após a mudança do campeonato de sub-18 para sub-19, aposta na força da defesa, que sofreu apenas dois jogos em seis partidas no qualificatório.

O torneio é de tiro curto: divididas em dois grupos de quatro equipes, as seleções se enfrentam em turno único, com as duas melhores colocadas se classificando para as semifinais. Os semifinalistas, assim como os terceiros colocados, carimbam passaporte para a Colômbia em 2011. No Grupo A, a Inglaterra desponta como favorita, e os anfitriões franceses devem brigar com a Holanda pela segunda vaga – a Áustria já se deu por satisfeita com a participação. No B, o equilíbrio é ainda maior, por mais que a Espanha de Thiago Alcântara pareça um nível acima de Itália e Portugal, e dois acima da Croácia.

Ainda na dúvida se deve acompanhar o torneio? Veja então apenas uma pequena lista dos garotos que passaram pelo Europeu Sub-19 na última década: Fernando Torres, Gerard Piqué, Sergio Ramos, Andrés Iniesta, Mesut Özil, Phillip Lahm e Yoann Gorcouff. Finalmente se interessou? Então acompanhe a apresentação do Olheiros e fique por dentro de tudo. (Maurício Vargas)

Grupo A - França, Holanda, Áustria e Inglaterra

França

Atuando em casa, a seleção francesa procura repetir a campanha de 2005, ano de seu último título no Europeu Sub-19. Em 2009 os franceses ficaram bastante próximos do feito, caindo nas semifinais, diante da Inglaterra. Coincidentemente os ingleses são rivais nesta primeira fase do grupo A, junto de Áustria e Holanda.

Se por um lado atuar em seus domínios é uma vantagem para a França, por outro, a classificação automática para o torneio limitou os testes do grupo montado pelo técnico Francis Smerecki. A solução para os franceses foi se preparar em torneios de menor expressão, como a Copa Sendai, em que a equipe sub-18 ficou em segundo lugar, depois de vencer a Coreia do Sul e o Japão e perder para a seleção sub-17 do Brasil, e o Torneio de Limoges, no qual enfrentou Grécia, Suíça e Polônia. Ambos, no entanto, foram jogados em 2009. Neste ano a equipe sub-19 só fez amistosos; dois contra a seleção da Ucrânia, uma vitória e um empate, um contra a Dinamarca, vitória, e mais um contra um combinado de Paris - outro empate.

Com resultados modestos, a grande aposta de Smerecki deverá ser no talento individual de seus jogadores. Nesse sentido a maior expectativa certamente está deposita em Gaël Kakuta, meia-atacante do Chelsea e craque da equipe francesa. Além dele quem também pode fazer a diferença no torneio é a dupla de ataque formada por Giles Sunu, do Arsenal, e Yannis Tafer, do Lyon. (Gabriel Dudziak)

Técnico: Francis Smerecki
Artilheiros: Yannis Taffer (A, Lyon) - 5 gols (amistosos e torneios preparatórios)
Campanha: País sede - não precisou de classificação
Títulos: 6 (1949, 1983, 1996, 1997, 2000 e 2005)
Na temporada passada: Semifinalista
 
Holanda

Depois de passarem sem maiores percalços pela primeira fase contra República Tcheca, Chipre e Malta, os holandeses foram anfitriões do Grupo 6 da fase de elite e souberam se aproveitar do fator casa para garantir a vaga. A classificação, porém, só foi assegurada na última partida, com um belíssimo triunfo por 3 a 0 contra a Alemanha, devolvendo a derrota por 2 a 1 de 2009. Nos outros jogos, vitória por 2 a 0 contra os poloneses e empate sem gols contra a Eslováquia.

A base do time é praticamente a mesma que ficou com a terceira colocação na Euro Sub-17 de 2008. Jogadores como os meias Jerson Cabral e Rodney Sneijder – irmão de Wesley -, o bom goleiro Jeroen Zoet, e os defensores Imad Najah e Ricardo van Rhijn já possuem certa experiência internacional em torneios de base e podem ajudar caras “novas”, como os meias Leandro Bacuna e Rick van Haaren. O último divide com o badalado atacante Luc Castaignos a artilharia do time no torneio com dois gols marcados.

A ausência do meia Oguzhan Özyakup, que está na lista de stand by, surpreendeu a todos. O técnico da equipe, Wim van Zwam, apostou na formação de uma equipe mais coesa, sem muitas estrelas, e afirma que, ao contrário de outras temporadas, os holandeses formam um “time de verdade”. Resta saber se essa força coletiva será suficiente para bater ingleses, franceses e austríacos e levar a Jong Orange a uma conquista inédita em sua história.  (Pedro Venancio)

Técnico: Win van Zwan
Artilheiros: Luc Castaignos (A, Feyenoord) e Rick van Haaren (M, Feyenoord) - 2 gols
Campanha: 5V, 1E, 12GP, 1GC
Títulos: Nenhum
Na temporada passada: eliminada na 2ª fase classificatória

Áustria

Levando em conta a pouca representatividade do futebol austríaco, bem como o desempenho recente da seleção principal nas eliminatórias para Euro e Copa do Mundo, seria de se estranhar a participação dos alpinos na fase final do Europeu. Contudo, a Áustria é um dos países que mais tem investido na base nos últimos anos no continente, e aos poucos o resultado começa a aparecer: esta será a terceira presença em finais do Europeu Sub-19 nos últimos cinco anos, e a safra ’87 foi quarta colocada no Mundial Sub-20 de 2007.

Voltar ao cenário internacional é a meta do time de Andréas Heraf, que avaliou a classificação à fase final da competição como heróica. E de fato, foi: após passarem da primeira fase qualificatória apenas no terceiro lugar, os austríacos perderam na estreia da segunda etapa para a vizinha Suíça por 3 a 2. como apenas o campeão se classificava, as chances pareciam remotas, mas vitórias sobre os sérvios (2 a 0) e dinamarqueses (4 a 3 de virada) tornaram real o sonho quase impossível.

O astro da classificação foi o meia Christian Klem, do Sturm Graz, que marcou gols importantes como o da vitória sobre a Escócia, por 1 a 0, ainda na etapa inicial de qualificação. O time tem jogadores atuando em centros importantes da Europa, como o atacante Andréas Weimann, do Aston Villa, o meia Robert Gucher, do Genoa, o já conhecido David Alaba, do Bayern de Munique, e o promissor atacante de 17 anos Phillip Prosenik, do Chelsea.

A única ausência em relação ao time que garantiu a vaga será exatamente a principal: o zagueiro Aleksandar Dragovic, já titular pelo time profissional do Austria Viena, não foi liberado pelo clube. De qualquer forma, pelo que já fez até aqui, apesar de ser considerado azarão em um grupo difícil, o time austríaco não pode ser considerado carta fora do baralho. (Maurício Vargas)

Técnico: Andréas Heraf
Artilheiros: Christian Klem (M, Sturm Graz) – 4 gols
Campanha: 4V, 0E, 2D, 14GP e 11GC
Títulos: 2 (1950 e 1957)
Na temporada passada: eliminada na 2ª fase de classificação

Inglaterra

O English Team segue para a Normandia cercado de expectativas. Após a eliminação da equipe nacional na Copa do Mundo, as seleções de base do país tornaram-se assunto recorrente. E, com o título do time sub-17 no Europeu da categoria, realizado em maio, as atenções sobre o elenco sub-19 são ainda maiores. Até mesmo Fabio Capello acompanhará de perto o grupo – seu assistente, Franco Baldini, deve viajar à França.

Ao menos a equipe treinada pelo jamaicano Noel Blake faz por merecer o clima criado em seu entorno. Os ingleses perderam apenas dois pontos nas eliminatórias e, com uma defesa pouco vazada, deixaram pelo caminho os ucranianos, atuais campeões. Além do mais, o histórico recente também é positivo. Maior vencedor da competição, o English Team se classificou para a fase final pelo terceiro ano consecutivo. Sem o caneco desde 1993, em 2009 veio  o vice-campeonato. Daquele elenco, inclusive, quatro atletas foram chamados novamente.

Noel Blake, no entanto, sofreu para fechar sua lista de convocados. Quatro jogadores do Tottenham, um do Aston Villa e um do Blackburn foram proibidos de se juntar ao grupo às vésperas do campeonato. Somente com a intervenção da FA, que reiterou junto aos clubes a importância da base na reconstrução da seleção principal, é que, enfim, o time pôde viajar com força máxima. Dentre os principais elegíveis, de fora apenas Jack Rodwell, Jack Wilshere e Phil Jones, todos integrados à equipe sub-21.

Quanto aos listados, o principal nome é Nathan Delfouneso, o barrado pelos Villans. Remanescente do vice em 2009, o atacante fora o artilheiro daquela competição, com quatro gols. Delfouneso será o único homem de frente em um provável esquema 4-5-1, no qual Noel Blake deixou clara a prioridade pela posse de bola. Sob maiores responsabilidades, o ex-capitão da seleção sub-17 John Bostock é quem deverá conduzir a armação, enquanto o box-to-box Dean Parrett lhe dará suporte. Na defesa, destaque para Reece Brown, irmão do zagueiro Wes Brown, e Matthew Briggs, o atleta mais jovem a entrar em campo na história da Premier League. (Leandro Stein)

 Técnico: Noel Blake
Artilheiros: Jacob Mellis (M, Chelsea) e Dean Parrett (M, Tottenham) – 3 gols
Campanha: 5V, 1E, 14GP e 3GC
Títulos: 9 (1948, 1963, 1964, 1971, 1972, 1973, 1975, 1980 e 1993)
Na temporada passada: Vice-campeão


Grupo B - Croácia, Espanha, Itália e Portugal

Croácia

Após dez anos de ausência, os croatas voltam à fase final de um Europeu Sub-19 respaldados pelo aproveitamento de 100% conquistado nas etapas classificatórias. Na primeira delas, vitórias contra Suíça, Lituânia e Estônia. Na segunda, eles passaram por Bélgica, Escócia e Montenegro. Ainda assim, a presença de Espanha, França e Portugal na chave os relega à condição de franco-atiradores, e uma classificação para a semifinal seria considerada uma grande surpresa por todo o continente.

O técnico do time, Ivica Grnja, assume a postura de azarão: “Nós queremos ser a surpresa do torneio. Farei o meu melhor para tirar o máximo de meus jogadores”, afirma Grnja, que está no cargo desde 2002 e já comandou jogadores como Niko Kranjcar e Luka Modric. Ele também disse que confia na capacidade individual do time atual e apontou o bom ambiente criado entre os jogadores como um dos principais pontos fortes da equipe.

Entre os jogadores, destaque para o camisa 10 Mario Ticinovic, meia frequentemente comparado com Pavel Nedved e titular dos profissionais do Hadjuk Split desde 2008. Além dele, se destacam o atacante Anton Maglica, artilheiro do time com quatro gols em seis partidas, o volante Franko Adrijasevic, vice-goleador com três tentos anotados, e o goleiro Matej Delac, que irá se transferir para o Chelsea em 2011 e é apontado como uma das maiores promessas para a posição no continente. (Pedro Venancio)

Técnico: Ivica Grnja
Artilheiro: Anton Maglica (A, Osijek) - 4 gols
Campanha: 6J, 6V, 12GP, 2GC
Títulos: Nenhum
Na temporada passada: Eliminada na 1ª fase de classificação

Espanha

Campeã europeia sub-17 em 2008, a geração espanhola de jogadores nascidos em 1991 se reúne desta vez para buscar o êxito também na escala sub-19. Nomes como Thiago Alcantara, Keko e Canales se juntam a Muniain, o único /92, para tentar manter o clima de orgulho que reina sobre o país após o título da Copa do Mundo de 2010. Se Vicente Del Bosque, ou um eventual sucessor, apostar por uma renovação em algumas peças, é dessa turma que devem sair as novidades.

Segunda maior campeã da história do Europeu Sub-19, com sete títulos, a Espanha só fica atrás da Inglaterra, nove vezes vencedora. Nas últimas duas edições, porém, ficou na terceira fase – para recordar o último título é preciso voltar até 2007, quando o time com nomes como Asenjo, Azpilicueta e Dani Parejo bateu a Grécia na decisão. Hoje, a sensação entre os espanhóis é que a versão 2010 pode ir longe na competição.

O treinador Luis Milla, ex-jogador de Barcelona, Real Madrid e Valencia, optou por sete nomes das categorias de base barcelonistas entre os 19 convocados. Há ainda três jogadores do Atlético de Madrid, dois do Atlhetic Bilbao, o badalado Dani Pacheco, do Liverpool, e só um jogador formado no Real Madrid: Rodrigo Moreno, mais conhecido como Rodri. O segundo representante merengue é o já famosos Canales, cria do Racing Santander.

Com uma campanha sem sustos, mas também de pouco brilho, os espanhóis encontram um grupo acessível na disputa por duas vagas na semifinal. Fica a expectativa pelo reencontro com os portugueses, adversários na primeira fase e o único que bateu a Espanha até aqui. (Dassler Marques)

Técnico: Luis Milla
Artilheiros: Rodri (A, Real Madrid), Rochina (A, Barcelona) - 3 gols
Campanha:6J, 4V, 1E, 1D, 14GP, 5GC
Títulos: 7 (1952, 1954, 1995, 2002, 2004, 2006, 2007)
Na temporada passada: Eliminada na 3ª fase

Itália

Depois da pífia campanha na Copa, em que foi eliminada na primeira fase, a Azzurra sofre enorme pressão por uma renovação urgente. Por isso, os olhos dos tifosi estarão como nunca voltados para a França, observando o desempenho da seleção sub-19 em busca de seu segundo título na competição. Uma boa performance aqui vale não apenas vaga no Mundial Sub-20, mas também aumenta as chances dos garotos de ultrapassarem a difícil barreira por um espaço nos times profissionais.

A campanha de qualificação foi quase perfeita: três vitórias e nenhum gol sofrido na primeira fase, e mais duas vitórias na segunda etapa, garantindo a vaga nas finais com uma rodada de antecedência e o melhor retrospecto dentre os sete que carimbaram passaporte para a França. Mattia Destro, já bastante comentado atacante da Inter emprestado esta semana ao Genoa, foi o artilheiro com oito gols, quase metade dos que a equipe marcou.

A espinha dorsal tem ainda Michelangelo Albertazzi, zagueiro do Milan, e a dupla do Chelsea formada pelo meia Jacopo Sala e o atacante Fabio Borini, capitão da equipe. O grupo é experiente, com nomes que já atuaram pela sub-21, como o próprio Borini (que já estreou entre os profissionais do clube londrino) e o goleiro Colombi, emprestado pela Atalanta à Pergocrema, com histórico desde a seleção sub-16. (Maurício Vargas)

Técnico: Massimo Piscedda
Artilheiros: Mattia Destro (A, Internazionale) – 8 gols
Campanha: 5V, 1D, 17GP e 5GC
Títulos: 2 (1958 e 2003)
Na temporada passada: Eliminada na 1ª fase de classificação

Portugal

A conquista do Europeu Sub-17, no já longínquo 2003, e a classificação para o Mundial Sub-20 de 2007 foram os maiores feitos da base portuguesa nos últimos 10 anos. Cenário diferente do que se viu na década de 90, quando explodia a chamada Geração de Ouro, bicampeã mundial sub-20, e Portugal levou três de seus cinco títulos europeus sub-17. Com o fim da turma de Figo e Rui Costa, veio uma longa entressafra, que culminou na queda brusca de rendimento dos tugas nos últimos anos na base.

Até por isso, a expectativa acerca da atual equipe sub-19 tuga é grande, pela possibilidade de o presente grupo já vislumbrar a Copa de 2014 e por, de fato, o elenco ser de qualidade bastante interessante. O time convocado por Ilídio Vale é praticamente o mesmo que vem jogando, com destaque para o Benfica, com oito jogadores entre os 18. O principal é o goleador Nelson Oliveira, artilheiro implacável dos campeonatos portugueses de base e atualmente emprestado ao Rio Ave, onde adquire experiência profissional.

Aliás, é o setor ofensivo - que tem sido um problema da equipe principal - onde estão as principais esperanças tugas, mesmo sem necessariamente isso significar algo "fora de série". Além de Nelson, destaca-se o portista Alex, matador português no Europeu. O atacante Amido Baldé tem sido apenas opção no banco, mas é elogiado e cotado inclusive para ser promovido no Sporting. Os meias Saná e Ruben Pinto e o volante Sérgio Oliveira são outras promessas, sendo peças importantes na armação de jogadas e no auxílio ao ataque.

A equipe é, nesta categoria, realmente superior a outras do passado recente. Basta lembrar que do time que chegou ao Mundial Sub-20 de 2007, apenas Rui Patrício e Coentrão se sobressaíram após o torneio. E campanha é bem interessante, com uma primeira fase tranquila, com direito a vitória sobre a Espanha - rival direta na nova chave -, e uma segunda etapa mais acirrada, decidida na rodada final em uma vitória suada sobre a Hungria. E é com os espanhois que acredita-se que os portugueses brigarão por um dos dois postos à semifinal. (Lincoln Chaves)

Técnico: Ilídio Vale
Artilheiros: Alex (A, Porto) - 4 gols
Campanha: 5V, 1E, 14GP e 4GC
Títulos: 3 (1961, 1994 e 1999)
Na temporada passada: eliminado na 2ª fase



Colunas anteriores:

Todos direitos reservados olheiros.net | Copyright reserved 2008

Triares